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Sítio do Cefalópode

Largo do Contador-Mor 4B Lisboa (ao Castelo)

 

 

 

 

 



IMPRESSÕES EM PAPEL

 

Reportagem – Sete Colinas
«(...) E desce-se a Calçada da Graça. No Cotovelo está o topo da Calçada de Santo André, por ali abaixo a Mouraria, a mais multicultural das colinas da cidade, ao albergar novos lisboetas que são africanos e asiaticos. No mesmo enclave, eis um dos extremos da Rua da Costa do Castelo. Por ela fora passamos por um crescente viveiro cultural. Do teatro Taborda ao Chapitô, da sala de concertos Santiago Alquimista ao novíssimo tugúrio de música ao vivo que é o bar Cefalópode, já no Largo do Contador-Mor.»
João Macdonald in Agenda LX, Janeiro (2006)

 

Cefalópode – Com pés na cabeça 
(Destaque 2 páginas, rúbrica “Noites – Bares”)
 
«Nuno Reis e Beatriz Portugal resolveram abrir um bar chamado Cefalópode, que como o nome indica é um projecto com pés e cabeça (ou a sair da cabeça, como um polvo, que é um dos ditos), um bar dinamizado por um colectivo de artistas e onde as artes se cruzam e se fundem. (...) No entanto qualquer projecto que começa é sempre um desafio e é isso o que acontece com este bar. Aqui ouve-se jazz, world music e música popular urbana. Às segundas há jam sessions, às quartas a poesia e a dança têm um lugar marcado, sextas e sábados há música ao vivo (para ver a programação é consultar o site, www.cefalopode.com ). A pintura está sempre exposta. Até ao fim do ano a exposição é de João Cortez. O bar fica numa subida para o Castelo. É entrar e sentir o conforto que o ambiente e as artes nos dão.»
Ana Figueiredo in Agenda LX, Dezembro (2005), pp. 120-121.

 

Polvo Musical
«O Sítio do Cefalópode é a casa das produções c/ pés & cabeça. A aposta de Nuno Reis e Beatriz é a programação. Na sala do piso superior há bom ambiente para conversas e a sala de baixo recebe concertos. (...) De segunda a sábado, das 22h00 às 02h00.»
Revista: Evasões, Janeiro 2006

Casa de Artistas
Junto ao Castelo de S. Jorge, um espaço cultural que também é bar
Beatriz Portugal e Nuno Reis admitem sem restrições: “a vertente bar é apenas o motor financeiro do nosso projecto”. Justiça lhe seja feita, este bar não seria tão especial se não tivesse a colaboração de várias pessoas ligadas às artes. Há espectáculos de música, performances, leituras de poesia e outros textos – “incluindo o manual de instruções da máquina de lavar” – dança, teatro e uma série de ideias que vão saindoem catadupa da cabeça dos proprietários. Desde que abriu, no final de Outubro passado, o Cefalópode (que antes de ter espaço, já era uma produtora), tem sempre algo a acontecer, testemunhando numa intensa programação. Tudo se passa num ambiente intimista (dividido entre uma sala e uma cave), pintado em tons terra e decorado, inclusive, com antiguidades de familiares (como os candeeiros). O bar em si (...), é do tempo em que o espaço pertencia a Ary dos Santos e Fernendo Tordo, assim como o espelho decó por detrás do balcão.
Á Segunda-feira há jam session de jazz (...), os espectáculos e performances estão guardados para a sexta e o sábado.
Soraia Abdula in revista Visão, destacável Sete, 9-15/02/2006

 

NET IMPRESSIONS

 

O Regresso do Polvo
«O cefalópode, novo espaço como musica ao vivo em Lisboa, no espírito da saudosa "Fala Só", mas com mais Jazz e tal; é no Castelo, chama-se "Sítio do Cefalópode". A programação do "Sitio", que concretiza o ecletismo, o bom gosto e a abertura de ideias do Nuno e da Bia. Enfim um "Espaço com Pés e Cabeça".»     
Paulo Pereira in Blog do grupo “Uxu Kalhus”

Sábado à noite no Cefalópode
«Havia à porta do bar um Ford Mustang cor de vinho que a má-língua diz ter sido alugado pela banda só para acabar de compor o ramalhete que já havia de convidados e impressionar os espectadores antes destes entrarem no bar. Espectadores animados, diga-se de passagem que também o público fez a noite. Um Mustang? Bolas, isso é que é dedicação!Um belo toque de mestre, devo dizer, seja ele da coincidência ou não. A cereja no topo do bolo.
O molusco, animal de corpo mole, invertebrado, é contudo um animal com muito carácter. Era sábado à noite e o faroeste lisboeta estava frio nos tentáculos do velho castelo. Juntamente com outros caubois tão ou mais loucos que eu, deparámo-nos com um pequeno bar que se chamava O Sitio do Cefalópode. Olhámos uns para os outros e entrámos. É um espaço acolhedor de luz amarelada e mesas baixinhas. Um bar escuro e requintado (...) À frente do bar uma escadaria fazia de segunda plateia para a sala de concerto e ao fundo o palco estava já atulhado de instrumentos. (...)»
Bernardo Barata in Blog “Correr de Olhos Fechados” 24/01/2006  



Sítio do Cefalópode
«Atenção a este novo "sítio", que mantém uma programação regular de música ao vivo, com uma forte vertente jazz.»
Nuno Catarino, in Blog "A Forma do Jazz"

 

   

   

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