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Segundas [ENTRADA
DE BORLA]
Jazz
Open Jam Session
23h
entrada: de
borla!
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Terças
[ENTRADA
DE BORLA]
Roda de Chorinho
23h
entrada: de
borla!
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Sexta
19 [ENTRADA
DE BORLA]
Jam Session freestyle & jazzy party
Inesquecível
mesmo antes de ter acontecido.
23h
entrada: de borla!
Sábado
20 [ENTRADA
DE BORLA]
Vasco: compromisso
musical (selecta)
Selecção
discográfica pessoalíssima, com epicentro electrobossa...
23h
entrada: de borla!
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Sexta
26
MANGUE SECO
Mangue
Seco é uma banda orientada para a musica brasileira em
todas as suas vertentes com especial atenção a Bossa Nova,
mas com influencias que vão do Fado, ao Flamenco e ao Jazz.
Nasce do encontro entre músicos portugueses e brasileiros e
da natural cumplicidade cultural e linguística, buscando
abarcar um mundo de horizontes diversos do panorama da
World-Music. Na busca de sons despretenciosos, atentos á
modernidade e prontos para releituras de clássicos da
musica brasileira, e para eventuais aventuras no campo da música
original de forte influência lusófona e ibérica.
Rhay Silva voz
Múcio Sá Guitarra e Voz
Hernani
Neves Baixo e Voz
Vasco
Gomes Bateria
+info:
http://www.myspace.com/mangueseco
23h entrada:
3 euros
Sábado
27 [ENTRADA
DE BORLA]
DJ
Messias (Mercado Negro)

DJ
set com Messias Santiago, vocalista dos Mercado Negro,
de longe a melhor banda Reggae afrodub do panorama tuga
contemporâneo, que lançou recentemente o álbum "Aquecimento
Global".
Selecta party na casa do Reggae - Afro - Dub - World - D'n'B
- Jungle... Vibrações positivas!
Preparem-se: o Cefalópode vai entrar em aquecimento global!
+info:
www.mercadonegro.pt
23h
entrada: de borla!
até
12 de Fevereiro
Luz
e Linhas (Exposição)
David
Arranhado (Luz) e Tomás Cavalcante (Linhas)

Inaugurou a 12 de Janeiro, a primeira exposição dos dois
jovens artistas, feita de luz e linhas. Citando a lecool,
«os desenhos são sobre Lisboa, essa Lisboa que tanto
queremos preservar. Das paisagens urbano-bairristas que só
se vêem nesta cidade e que que todos já pintámos, pelo
menos com a imaginação. Linhas sobre a luz...essa luz, a
nossa, que não existe em mais lado nenhum.»
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